O presidente eleito dos EUA, Barack Obama, abraça sua mulher Michelle em Chicago após vencer corrida presidencial.

O presidente eleito dos EUA, Barack Obama, abraça sua mulher Michelle em Chicago após vencer corrida presidencial.

O presidente eleito dos EUA, Barack Obama, abraça sua mulher Michelle em Chicago após vencer corrida presidencial.
Análise:
Os 10 maiores desafios globais que Obama irá enfrentar
Iraque e crise financeira são alguns dos problemas do futuro presidente.
O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, enfrentará uma série de problemas de política externa assim que assumir a Casa Branca, no dia 20 de janeiro de 2009.
Confira abaixo dez desafios de Obama e o que ele deve propor como solução.
Uma conclusão da eleição americana é que o eleitorado quer uma mudança significativa na área de política externa em relação ao governo de George W. Bush.
A mudança pode ser um fortalecimento do multilateralismo em detrimento do unilateralismo, com menos ênfase nos Estados Unidos como "única superpotência mundial".
A confrontação poderá abrir caminho para mais diplomacia.
No entanto, os presidentes americanos geralmente acabam se envolvendo em conflitos e guerras. Obama chega ao cargo tendo que enfrentar duas guerras já em andamento, no Iraque e no Afeganistão. Como ele vai reagir definirá a sua era na Casa Branca.
Barack Obama disse que vai pedir que seus comandantes redefinam a missão para "terminar a guerra de forma bem-sucedida". Mas isso precisa ser feito com responsabilidade, segundo o presidente eleito.
Ele disse que isso significa dar tempo para que o governo iraquiano fortaleça suas próprias forças armadas. Ele também quer uma retirada em fases da maioria das tropas americanas "dentro de 16 meses" a partir da sua posse, o que significa no máximo até maio de 2010.
Potencialmente, isso pode ser uma política de muito sucesso. No entanto, um pequeno contingente militar americano deve continuar no Iraque, então uma retirada completa não deve acontecer.
Talvez este seja o maior desafio de Obama. Se no Iraque a guerra parece estar acabando, no Afeganistão ela está se intensificando.
Obama promete "focar no Afeganistão". Ele disse que vai enviar mais duas brigadas de combate. Ele também prometeu atacar a Al-Qaeda, especialmente Osama Bin Laden, com ou sem a ajuda do Paquistão.
Melhorar a situação no Afeganistão significa melhorar o desempenho do governo afegão e tentar desenvolver uma política mais eficiente no Paquistão (cuja própria estabilidade é um problema), para minar os esforços do Talebã e da Al-Qaeda.
A famosa frase de Bush pode ter menos força no governo Obama. Ele quer se concentrar em vencer a "batalha das idéias" ao "voltar a uma política externa americana consistente com os valores tradicionais americanos, fazendo parcerias com moderados no mundo islâmico para contrabalançar a propaganda da Al-Qaeda".
No entanto, ainda deve haver uma política americana vigorosa. Ele disse que "não vai hesitar em usar força militar para retirar terroristas que ameaçam diretamente os Estados Unidos".
Dois indicadores serão importantes: o fechamento da prisão em Guantánamo e a extensão da proibição de tortura na CIA, a agência de inteligência americana.
Se Guantánamo for fechada, ele terá de decidir o que fazer com os 255 detentos. Obama sugeriu usar o sistema legal normal dos Estados Unidos para condená-los, mas há dados usados em comissões militares (obtidos por coerção) que não poderiam ser usados em tribunais americanos.
A Al-Qaeda também deve continuar sendo um problema, com atividades na Argélia e Somália.
Potencialmente daí pode surgir uma grande crise, mas muito depende de como o Irã reagir.
Se continuar com o programa de enriquecimento de urânio, isso pode levar o novo governo a seguir ou até ampliar sanções.
Um aumento da atividade nuclear iraniana seria um sinal de aumento da sua força. Nesse caso, Israel exigiria ataques aéreos contra o Irã. A conseqüência de um ataque desses seria grave.
Obama disse que conversará com o Irã "sem condições", apesar de que provavelmente não em nível presidencial. O atual governo iraniano não deve ceder no enriquecimento de urânio, então é possível que qualquer acordo incorpore isso como um direito do Irã.
Bush disse que esperava um acordo entre israelenses e palestinos até o final deste ano, mas isso parece impossível.
Então Obama terá provavelmente que enfrentar a eterna questão sobre como intervir no processo de paz do jeito que ele está.
O primeiro passo será a eleição israelense, no dia 10 de fevereiro, que deve indicar se o governo israelense estará pronto para fazer um acordo.
Além da questão Israel-Palestina, ainda existe o que Richard Holbrooke, um possível secretário de Estado, chama de "arco da crise", que se estende da Turquia ao Paquistão. Isso inclui a Síria, cuja ajuda é necessária para estabilizar o Iraque.
Os eventos recentes na Geórgia precipitaram uma crise nas relações entre a Rússia e o Ocidente, que estão no pior nível desde a Guerra Fria.
Há frustrações dos dois lados e existe muita incerteza sobre como o novo governo vai lidar com a Rússia. A ajuda dos russos é necessária para lidar com problemas com Irã e Darfur, onde ação do Conselho de Segurança é importante.
O assunto imediato é como permitir que a Geórgia e a Ucrânia entrem na Otan, a aliança militar do Ocidente. A Rússia é contra a entrada dos países na organização, e ministros da Otan discutirão esse assunto em dezembro. Mesmo integrantes do governo Bush já dizem que o ingresso pode acontecer só daqui a anos.
O sistema antimísseis a ser instalado pelos Estados Unidos na Polônia e República Checa continua sendo um problema para a Rússia.
A forma como Obama vai lidar com Moscou vai indicar também sua posição em relação a assuntos nucleares. Um assunto pendente é saber como Rússia e Estados Unidos vão negociar a redução dos seus arsenais atômicos.
Em uma frente mais ampla, Obama apoiou o pedido feito no ano passado por ex-diplomatas americanos (entre eles, Henry Kissinger) para que os Estados Unidos lutem por um mundo sem armas nucleares, como prevê o Tratado de Não-Proliferação.
As últimas ações da Coréia do Norte foram positivas. O país concordou com procedimentos de inspeção internacional do seu programa nuclear, que está sendo desmantelado. Em troca, o país recebeu a promessa de sair da lista americana de patrocinadores do terrorismo.
Mas a Coréia do Norte deve provavelmente continuar com suas armas nucleares. Como o presidente americano vai conseguir reverter isso e com quem ele vai lidar - já que o estado de saúde de Kim Jong-il é incerto - são dúvidas que persistem.
As relações americanas com a China estão em um momento importante, já que o país é membro permanente do Conselho de Segurança e tem grande influência econômica no mundo.
A China não é um problema direto para os Estados Unidos, mas o futuro de Taiwan e do Tibete são dois assuntos que têm potencial para dividir a relação.
Recentemente, a China preferiu se concentrar no seu desenvolvimento econômico. Enquanto isso continuar assim, as relações com os Estados Unidos devem permanecer estáveis. Não há sinais de que Obama queira fazer qualquer mudança.
Diversos temas entram na definição de "nova diplomacia".
A crise financeira vai forçar o próximo presidente a ter uma atitude mais incisiva do que o normal. E ele terá de administrar um mundo com menos influência financeira dos Estados Unidos.
Obama está comprometido com o combate ao aquecimento global. Ele quer reduzir a emissão de gases nocivos ao meio ambiente em 80% até 2050. Este será um dos temas mais importantes do seu governo, já que o Protocolo de Kyoto expira em 2012 e as negociações para estender as metas estão emperradas.
Energia, especialmente petróleo, será outro desafio. Obama prometeu eliminar a dependência americana no Oriente Médio e na Venezuela em dez anos. No entanto, praticamente todos os presidentes americanos vêm dizendo isso desde 1979.
Obama herda pior clima econômico desde depressão dos anos 30
Obama herda pior clima econômico desde depressão dos anos 30
Presidente eleito terá de combater crise, evitar recessão e financiar planos.
Quando o senador Barack Obama celebrou sua vitória histórica nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, ele falou de sonhos.
Mas, agora, ele enfrenta a realidade - o ambiente econômico mais difícil para um novo presidente desde que Franklin D. Roosevelt foi eleito no ápice da depressão dos anos 30.
E, assim como em 1932, a crise econômica pode piorar nos 75 dias que antecedem a posse, no dia 20 de janeiro de 2009.
Obama tem três desafios-chave no que concerne a economia: como garantir a estabilidade do sistema financeiro, como lidar com a recessão que se aproxima e como pagar por seu ambicioso plano para os setores de saúde, educação e o meio ambiente.
Crise de crédito
Apesar do plano de resgate de US$ 700 bilhões, o sistema financeiro dos Estados Unidos ainda está enfraquecido.
A injeção de US$ 250 bilhões no sistema bancário pode ter evitado novas falências, mas não conseguiu reviver os empréstimos.
Pelo contrário, a contração de empréstimos para a compra de casas parece estar se espalhando para outros setores, como cartões de crédito e empréstimos para a compra de carros.
Apesar de o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) ter reduzido as taxas de juros para 1%, as taxas aplicadas para hipotecas continuam altas porque as instituições de crédito ainda temem as conseqüências de um calote.
Ajuda
O próximo secretário do Tesouro poderá decidir como gastar os US$ 450 bilhões restantes no fundo de resgate aprovado pelo Congresso americano.
A administração de Obama pode, ao contrário do atual secretário do Tesouro Hank Paulson, decidir usar mais dinheiro para ajudar diretamente os donos de casas afetados pela crise e menos para comprar ativos bancários em queda.
Essa medida, por outro lado, poderia ser vista como injusta por aqueles que estão penando para pagar suas hipotecas - e que fizeram vários sacrifícios para não deixar de pagá-las.
Também não está claro quanto o novo governo vai querer destinar a pessoas cuja aposentadoria foi afetada pelas quedas nas bolsas de valores.
Barack Obama já disse acreditar que a fonte do problema a longo prazo seria o excesso de desregulamentação no setor financeiro, e o Congresso americano já estuda propostas para lidar com o problema.
Mas a idéia de aumentar a regulamentação do setor implica em várias tarefas delicadas, como equilibrar as responsabilidades entre Estados e governo federal e decidir trabalhar ou não com outros países para implementar novas regras em um setor cada vez mais globalizado.
A economia real
Mas há problemas ainda mais sérios para o presidente eleito na chamada economia real dos Estados Unidos.
A economia americana começou a encolher em julho, e essa queda deve se acelerar no próximo ano.
O consumo, que representa dois terços do PIB (Produto Interno Bruto) está caindo ainda mais rapidamente, à medida que a confiança do consumidor diminui.
Fabricantes de produtos relativamente caros, como carros, estão entre os mais afetados pela queda no consumo. As vendas da maior fabricante de carros dos Estados Unidos, a GM, caíram 45% em outubro, comparado com o mesmo mês do ano passado.
E o desemprego continua a subir, com 700 mil novos desempregados neste ano, levando o índice a 6,1% da força de trabalho.
Muitas das indústrias afetadas já estão pedindo ajuda do Congresso e do novo governo, e o novo presidente terá de decidir como oferecer ajuda.
Obama já está comprometido com um pacote de estímulo relativamente pequeno, que poderia incluir cortes de impostos e ajuda aos Estados.
E se a desaceleração da economia se aprofundar, os assessores econômicos de Obama terão que decidir se os planos para estimular a economia devem envolver ajuda para indivíduos - que podem poupar em vez de gastar - ou financiamento para projetos públicos, que podem gerar mais empregos mas levar mais tempo.
Cortes de impostos
Barack Obama vai herdar um déficit orçamentário de quase US$ 500 bilhões, que já é o maior da história em termos absolutos e deve dobrar à medida que a recessão reduzir os rendimentos com impostos e o custo com o resgate financeiro subir.
Mesmo assim, o novo presidente deverá apresentar planos ambiciosos para melhorar os setores de saúde, educação, infra-estrutura e meio ambiente.
E ele já prometeu uma redução de impostos para 98% dos americanos que ganham menos que US$ 250 mil ao ano.
Obama espera financiar esses cortes com um aumento de impostos para os mais ricos, mas os rendimentos disso só irão surgir mais tarde.
Planos para aumentar o número de pessoas com planos de saúde e ajudar Estados a recuperar estradas e pontes podem sofrer atrasos devido às dificuldades financeiras.
O governo poderá ter de resgatar alguns dos maiores Estados industriais.
E há ainda o desafio com o orçamento a longo prazo, com um aumento da diferença entre rendimentos e gastos com dois dos maiores programas sociais do governo - de pensão e assistência médica para os idosos - à medida que uma nova geração começar a se aposentar.
A maneira como Barack Obama irá responder a esses desafios pode determinar como ele será lembrado na história: como Roosevelt, que mudou o cenário político dos Estados Unidos por toda uma geração, ou como Jimmy Carter, cujo fracasso em lidar com as dificuldades econômicas dos anos 70 levou à eleição do republicano Ronald Reagan.
Em São Petersburgo, na Rússia, simpatizantes celebram vitória de Barack Obama na corrida pela Casa Branca,O primeiro Presidente negro dos Estdos unidos
Acessórios estilosos para deixar seus bichinhos com pinta de celebridade, luxo animal.
Acessórios estilosos para deixar seus bichinhos com pinta de celebridade
Acha que mima demais o seu cão ou gato? Confira as invenções que o mercado oferece para deixar os animaizinhos cada vez mais luxuosos e cheios de mordomia. Você vai mudar de idéia.
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Couro e ouro para quatro patas
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Bolsa para transportar cães e gatos e boné estilo beisebol, da Gucci
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Tigela com a iconografia clássica da Versace, em ouro.
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Smoking animal inspirado na roupa de Leonardo di Caprio
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Figurino do tapete vermelho
Não basta ser fashion, tem que ser famoso. A grife para cães Little Lily cria modelitos de roupa inspirados nas estrelas que desfilaram nos tapetes vermelhos do Oscar. Entre os looks mais famosos está a roupinha idêntica ao smoking do Leonardo di Caprio e o vestido inspirado no visual da Jennifer Lopez na festa de 2007. Os penteados parecidos foram pura coincidência.
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Roupinha baseada no vestido de Jennifer Lopez no Oscar de 2007. Os penteados parecidos são mera coincidência!
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A esteira para animais atinge até 13 quilômetros por hora
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Pet em forma
A esteira Pawwws criou uma esteira para o dono que não tem tempo de levar seu bichinho para passear. O modelo pode atingir até 13 quilômetros por hora e é um bom recurso para treinar o cão ou gato que esteja um pouquinho fora de forma. Um display de LCD mostra a distância percorrida, a duração do exercício, a velocidade e a estimativa de calorias perdidas pelo animal. É só ter US$ 899 na conta e seu pet vira atleta.
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Aparelho interpreta latidos e miados
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Dicionário de latido e miado
Antes, era impossível adivinhar o que significavam os barulhos de seu mascote. O cientista japonês Matsumi Suzuki resolveu o problema com um aparelho chamado Bowlingual, que interpreta latidos e miados. Por US$ 50 já dá para saber se a barulheira é intimação para um passeio ou um cafuné.
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Cama com regulador de temperatura
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Calor e cama fresca
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Paixão animal estampada no peito
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Camisetas vendidas pela PETA, em prol dos animais
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Dicas de presentes pequenos no tamanho e grandes no estilo
Dicas de presentes pequenos no tamanho e grandes no estilo
Quer deixar seu pequeno com muito estilo? Confira as sugestões do ONNE:
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Para vestir e brincar (foto: Divulgação)
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O Kit Track&Field Kids Draw é uma maleta recreativa com uma camiseta Thermodry Kids (tecido com tecnologia exclusiva que permite que o suor do corpo evapore rapidamente) e canetas coloridas para pintura em tecido. A criança pode pintar a camiseta quantas vezes desejar, pois a tinta é removida a cada lavagem.
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Várias opções de pingentes (fotos: Divulgação)
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A Vivara tem onze peças feitas especialmente para o Dia das Crianças: escolha entre figuras de coroas, corações e princesinhas de ouro com delicados diamantes. A frase I love you, my princess aparece em escapulários e pulseiras.
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Ideais para o verão (fotos: Divulgação)
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Abaixo o sapato de cristal: a linha Ipanema Kids Princesas tem sandálias com estampas da Branca de Neve, Cinderela e Bela Adormecida. Vem nos modelos baby, com tira atrás para mais segurança, e infantil.
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Mochilas fashion com três opções de estampa (fotos: Divulgação)
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O modelo Orbit da Eastpak é uma mini-mochila com um compartimento principal e um bolso externo fechados a zíper. As costas são acolchoadas, assim como as alças, que também são ajustáveis e tem acabamento emborrachado na parte interior para garantir firmeza nos ombros.
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Peças da nova coleção Emannuelle Junqueira (foto: Divulgação)
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Emannuelle Junqueira: queridinha das famosas (para quem não sabe, ela assinou o vestido de casamento da cantora Sandy), a estilista inspirou-se em seus filhos para desenvolver duas linhas infantis: Emannuelle Junqueira para Ma Poupée e Emannuelle Junqueira para Meninos. Assim como a linha adulta Urbanitè, a coleção infantil é inspirada na Índia – são camisetas, shorts, minissaias, vestidos e blazers de linho. Para as meninas, também há lencinhos e tiaras de laço.
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Peças da nova coleção Tyrol (foto: Divulgação)
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Tyrol: A coleção 2009 traz nada menos do que 23 linhas de roupas com muita estampa xadrez, floral, bolinha e listras - tudo muito fofo! Confira também os acessórios: tiaras, bandanas, chapéus, bonés, pulseiras, colares, bolsas e sapatos. Para os pequenos que gostam da Disney, há peças exclusivas com os personagens da marca.
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Nova coleção Cris Barros Mini (foto: Divulgação)
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Cris Barros Mini: a terceira coleção infantil da grife tem versões das peças de maior sucesso da coleção adulta, entre vestidos, calças, bermudas e tops – tudo adaptado para meninas de até 12 anos de idade. A novidade desta estação fica por conta dos bodies para bebê, nos tamanhos zero a 12 meses.
SERVIÇO
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Kit Track&Field Draw: apenas 10 lojas da marca receberão esse kit. Em SP, estará disponível pelo valor de R$ 96 nas lojas do Shopping Iguatemi, Morumbi Shopping, Ibirapuera, Higienópolis, Cidade Jardim, Rua Oscar Freire, Iguatemi e Campinas. Em MG, estará à venda no BH Shopping e Diamond Mall. Os kits serão vendidos até 12 de outubro, ou enquanto durarem os estoques.
Vivara: berloques por R$ 390 cada um.
Sandálias Ipanema Kids: Preço sugerido - Infantil: R$ 16,99; Baby: R$ 15,99.
SAC: 0800-979-8898
Grife italiana abre primeira flagship no país
Grife italiana abre primeira flagship no país
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Campanha Gucci by Gucci
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Os amantes da Gucci já podem comemorar: em novembro será inaugurada a primeira flagship store da grife italiana no Brasil – e na América Latina. As flagships servem como referência para todas as outras lojas de uma mesma marca e são reconhecidas por representar o "espírito" de uma grife em sua arquitetura, decoração e, claro, produtos. A inauguração no Brasil mostra como o mercado consumidor é valorizado, já que existem poucas flagships da Gucci pelo mundo.
A nova loja vai ocupar 470 metros quadrados dentro do Shopping Iguatemi, em São Paulo. O complexo vai oferecer a seleção completa de ready-to-wear feminino e masculino, acessórios, sapatos, jóias e relógios da grife, em lançamentos simultâneos com as demais flagships dos Estados Unidos e da Europa.
A primeira loja da Gucci no Brasil foi inaugurada nos anos 1990 na Daslu. A flagship será operada diretamente pela Gucci, marcando definitivamente a chegada da empresa ao País.
SERVIÇO
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A flagship da Gucci fica no piso Faria Lima do Shopping Iguatemi
Iguatemi São Paulo
Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232 – Jardim Paulistano
São Paulo
(11) 3816-6166
Sutiã milhonario,Victoria’s Secret lança a versão 2008 do Fantasy Bra, mimo cravejado de diamantes
Victoria’s Secret lança a versão 2008 do Fantasy Bra, mimo cravejado de diamantes
Se fazer parte do casting de Angels da Victoria’s Secret já é indicativo de sucesso, ser escolhida para exibir a versão anual do Fantasy Bra, então, é a glória! A top brasileira Adriana Lima acaba de se juntar ao seleto grupo de modelos que já usaram esse sutiã exclusivo – nos últimos anos, a árdua tarefa coube a Selita Ebanks, Karolina Kurkova e Gisele Bündchen.
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Adriana Lima e o Fantasy Bra 2008
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A edição 2008 do Fantasy Bra leva 3.575 diamantes negros, 117 diamantes e 34 rubis, além de dois enormes pingentes de diamantes de 100 quilates. O preço? Nada menos do que US$ 5 milhões!
Desde 1996, a Victoria’s Secret lança uma nova versão do Fantasy Bra para promover a sua linha de lingeries. Quer ver mais fotos? Confira abaixo!
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A versão 2007, exibida por Selita Ebanks, valia US$ 4,5 milhões
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Karolika Kurkova em 2006; Fantasy Bra avaliado em US$ 6,5 milhões
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Gisele e o sutiã de US$ 12,5 milhões, em 2005
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Diamantes e calça jeans: Tyra Banks exibe o Fantasy Bra de 2004, avaliado em US$ 10 milhões
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E então, qual o seu modeo preferido?


































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