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Ficheiro Julho 2008

Bilhete premiado, o que fazer com os R$ 25 milhões da Mega-Sena?

by lulusinha0 (19/07/2008 - 15:58)

O que fazer com os R$ 25 milhões da Mega Sena

                

Bilhete premiado, o que fazer com os R$ 25 milhões da Mega-Sena?

Realizados sonhos de consumo, diversifique maior parte de sua bolada entre renda fixa e investimentos mais arriscados
Bilhete premiado: o que fazer com os R$ 25 milhões da Mega-Sena?
 
Cena relativamente comum no País: casas lotéricas lotadas. O motivo? A possibilidade de embolsar R$ 25 milhões. Acumulado, este é o prêmio distribuído pelo concurso da Mega-Sena para o sortudo acertador dos seis números. A bolada é a maior do ano até agora e quase irresistível.
Afinal, quem não gostaria de se transformar em um milionário da noite para o dia? Entretanto, em meio à tamanha euforia, muitos dos tais sortudos podem ver suas fortunas reduzidas praticamente a zero ou atolados em dívidas.
Poucos são aqueles que optam por esbanjar menos e aplicar os milhões recebidos. Mas a tarefa vale a pena, afinal, o propósito de poupar é multiplicar ainda mais seu patrimônio e, assim, poder gastar ainda mais no futuro. Mas o que fazer com tanto dinheiro?
Realize seus sonhos, mas sem extrapolar
O primeiro passo é reservar o quanto você pretende gastar a priori. Ninguém está falando em se privar de realizar alguns sonhos de consumo, como casa e carros novos. A palavra de ordem é, sim, não extrapolar. Poucos param para pensar, por exemplo, nos enormes gastos que uma mansão incorre, como contas de água e luz, empregados domésticos, impostos, entre outros.
Reservando R$ 2 milhões para tanto, restam ainda expressivos R$ 23 milhões para você investir e garantir seu novo padrão de vida por muitos anos. Apenas como exemplo, mesmo que tal montante fosse totalmente aplicado em uma poupança - um investimento altamente seguro, mas em contrapartida um dos menos rentáveis do mercado - , seu ganho mensal seria de nada menos que R$ 155 mil!
Diversificando seus milhões
Após realizar seus sonhos de curto prazo, é chegada a hora de definir as estratégias de investimento, para que objetivos ainda maiores possam ser alcançados no futuro. Para não correr riscos desmedidos e evitar prejuízos milionários, o ideal é aplicar a maior parte da bolada em investimentos menos agressivos, que embora apresentem taxas de rentabilidade um pouco menores, não trazem riscos muito grandes.
Aqui - como em toda aplicação, por sinal - a palavra de ordem é diversificação. Ao não concentrar todo o dinheiro em apenas uma categoria de investimentos, possíveis prejuízos são significativamente minimizados. Embora não exclua totalmente a ocorrência de perdas, investir em ativos que reagem de forma diferente ao mesmo evento certamente reduz os riscos inerentes ao ato de investir.
"Pé de meia" na renda fixa
E opção é o que não falta. Excluídos os R$ 2 milhões gastos, a recomendação é que você reserve algo em torno de 70% dos R$ 23 milhões - o que daria R$ 17,5 milhões - para serem alocados de forma mais conservadora no segmento de renda fixa, que possui diversas categorias para todos os gostos e perfis. Uma das mais recomendadas para um milionário da Mega-Sena seria a de fundos referenciados DI, que por ser composta de aplicações pós-fixadas, deve se beneficiar do ciclo de aperto monetário que vive o Brasil neste momento.
Além disso, tal categoria apresenta uma boa rentabilidade aliada a baixos riscos e, por isso, o ideal seria destiná-la cerca de 35% do total, o que daria R$ 8,05 milhões. Outra alternativa válida é o mercado imobiliário, que vem se mostrando aquecido no Brasil nos últimos anos e que poderia lhe prover bons rendimentos com base no pagamento de aluguéis mensais. Reservar aproximadamente 20% da bolada para tal mercado seria uma parcela razoável.
Por fim, os outros 15% do que você destinou a investimentos em renda fixa podem ser alocados de acordo com o seu perfil. Fundos tradicionais, compostos por títulos pré-fixados também são interessantes, assim como os fundos multi-índices, que, ao aplicarem nos mercados futuros de diversos índices, proporcionam retornos atrativos.
Arriscando um pouco mais
Feito seu "pé de meia" para o futuro, arriscar um pouco também é aconselhável, visto que aplicações mais agressivas podem ter retornos vultosos no longo prazo. E com tantos milhões investidos em categorias mais conservadoras, você estaria devidamente protegido quanto a eventuais prejuízos que possam vir a ocorrer e bem posicionado para multiplicar ainda mais seu patrimônio.
Para aqueles que não estão acostumados com o mercado de ações, que não costumam acompanhar de perto o andamento das bolsas ou mesmo para aqueles que não têm muito apetite pelo risco, uma opção interessante são os fundos multimercados. Mais expostos ao risco do que fundos como renda fixa e DI, tais aplicações, em contrapartida, apresentam um potencial de ganhos maior, sem incorrer no risco de uma exposição total em fundos de ações.
Reservar 20% de seu patrimônio a tal categoria é o ideal, enquanto que os fundos de ações passivos podem receber 10% do montante. Mas se você se considera uma pessoa de perfil arrojado, uma alternativa são os fundos de ações ativos, cuja performance dependerá inteiramente de suas escolhas e que, portanto, são recomendados apenas aqueles que possuem maior familiaridade com os mercados financeiros.
O câmbio é outra vertente dos mercados em que seu dinheiro também pode ser aplicado. Mas aqui, atenção à trajetória do dólar: em tempos de depreciação da divisa norte-americana - como o atual - a alternativa não é muito indicada. Em contrapartida, uma tendência de valorização da moeda estrangeira pode significar um bom momento de se aplicar em fundos cambiais.
 
Bilhete premiado, o que fazer com os R$ 25 milhões da Mega-Sena?

Flamengo perde Na estréia de sua nova camisa.

by luciene0 (18/07/2008 - 13:29)

 


Flamengo perde e vê folga para rivais diminuir

Na estréia de sua nova camisa, Fla perde

Apesar da derrota, Flamengo segue na liderança do Brasileirão

A nova camisa não levou sorte aos rubro-negros. Derrota por 1 a 0 para o Coritiba

A nova camisa não levou sorte aos rubro-negros. Derrota por 1 a 0 para o Coritiba


O número de listras da nova camisa do Flamengo aumentou, mas o futebol parece ter diminuído. Apático, comparado as outras partidas do time no campeonato, o Flamengo sucumbiu ao Coritiba e saiu do Couto Pereira derrotado por 1 a 0. Rodrigo Mancha, ainda no primeiro tempo, marcou o gol da vitória do time paranaense.

Apesar da derrota, o Flamengo segue na liderança do Brasileirão com 26 pontos. A diferença é que, agora, o Cruzeiro está apenas a dois pontos do clube da Gávea. Já o Coritiba, com a vitória, chegou aos 17 pontos, estando, dessa maneira, na zona de classificação para a Sul-Americana.

O Jogo

Se o resultado foi negativo, os primeiros 15 minutos de jogo serviram para enganar quem acompanhava a partida. Com a marcação avançada, o Flamengo bloqueava a saída de bola do time paranaense e mostrava que teria domínio amplo durante a partida.

Mas o futebol prega peças e demorou apenas 17 minutos para acontecer. Logo no primeiro chute do Coritiba ao gol de Bruno, por intermédio de Rodrigo Mancha, a bola desviou no capitão Fábio Luciano e fez com que Bruno nada pudesse fazer para evitar o pior.

O gol não chegou a abalar o Flamengo, mas fez despertar um Coritiba que, até então, estava fora da partida. Enquanto o time carioca tinha em Juan, o lateral-esquerdo, sua principal figura na criação de jogadas, o Coritiba, com Keirrison e Marlos, aproveitava-se dos espaços cedidos pelo ofensivo Juan e, também, pelos buracos pelo meio da defesa rubro-negra.

Se dedicação não faltavam aos times, as chances de gols eram escassas. Desta maneira, Édson Bastos e Bruno poderiam ser chamados de espectadores de luxo, já que trabalho, de verdade, os dois, até então, não haviam tido ainda.

Esse marasmo durou até os 21 minutos, quando Jônatas, apagadíssimo na partida, encontrou um espaço pelo lado direito da defesa do Coritiba. O camisa 5 rubro-negro avançou e chutou rasteiro, fazendo, enfim, Michel Bastos trabalhar.

Com mais posse de bola, mas, nem por isso, mais perigoso, o Flamengo rondava a área do Coritiba que esperava os contra-ataques. Mas a ineficácia de Souza e Diego Tardelli fez com que o técnico Caio Júnior mudasse o ataque. Em seus lugares entraram o argentino Maxi e o xodó Obina.

Em pouco mais de 20 minutos em campo, Obina fez mais do que Souza e Diego Tardelli juntos. Ele só não conseguiu empatar por méritos do goleiro Édson Bastos, que fez uma defesa espetacular. Já Maxi ficou isolado pelo lado direito do ataque e foi presa fácil a segura defesa do time paranaense.

O lance acabou sendo capital para o resultado da partida, pois após a defesa, o Flamengo, assim como o Coritiba, somente esperou o apito final do árbitro José Henrique de Carvalho.

FICHA TÉCNICA:
CORITIBA 1 X 0 FLAMENGO

Estádio: Couto Pereira, Curitiba (PR)
Data/hora: 17/7/2008 - 20h30 (de Brasília)
Árbitro: José Henrique de Carvalho (Fifa-SP)
Renda/público: R$ 627.375,00 / 33.321 pagantes
Cartões amarelos: Hugo, Rodrigo Mancha, Édson Bastos (COR); Juan, Jônatas, Dininho (FLA)
GOLS: Rodrigo Mancha, 17'/1ºT (1-0)

CORITIBA: Édson Bastos, Maurício, Rodrigo Mancha e Felipe; Rodrigo Heffner (Arílton, 23'/2ºT), Leandro Donizete (Veiga, 40'/1ºT), Carlinhos Paraíba, Marlos e Rodriguinho; Hugo e Keirrison (Kadu, 18'/2ºT). Técnico: Dorival Júnior.

FLAMENGO: Bruno, Léo Moura, Fábio Luciano, Ronaldo Angelim (Dininho, 21'/2ºT) e Juan; Jaílton, Cristian, Jônatas e Ibson; Diego Tardelli (Obina, 13'/2ºT) e Souza (Maxi, 25'/2ºT). Técnico: Caio Júnior.

 

Flamengo perde Na estréia de sua nova camisa.

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Lei Seca pode reduzir valor de seguros em até 20%

by luciene0 (18/07/2008 - 12:50)


lei secaLei Seca pode reduzir valor de seguros em até 20%

De acordo com presidente da Sincor-SP, queda será para segmento de automóveis e deve acontecer nos próximos seis meses
Lei Seca pode reduzir valor de seguros em até 20%
 
SÃO PAULO - A Lei Seca, que proíbe o consumo de bebidas alcoólicas por quem está dirigindo, poderá diminuir o valor dos seguros em até 20% nos próximos seis meses, principalmente o de automóveis, uma vez que reduzirá o número de acidentes.
"Do valor cobrado nos seguros de carros, de 20% a 25% vêm das batidas. Com a diminuição dos acidentes, a queda do preço do seguro vai de 10% a 20%", informou o presidente do Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo), Leoncio de Arruda.
Ele afirmou que a redução dependerá do perfil do segurado, já que, para aqueles mais jovens (até 30 anos) e com veículos novos, o peso dos acidentes no valor do seguro é maior.
De acordo com ele, a redução acontecerá próximo a janeiro, mas, em meio à concorrência, pode ser que algumas seguradoras antecipem.
Reajuste menor
Para o presidente da Fenacor (Federação Nacional dos Corretores de Seguros), Sérgio Petzhold, a redução no valor dos seguros será menor, de até 10%, e mais abrangente.
"Com a redução no número de acidentes, que está ocorrendo em 30% nas últimas semanas, haverá sobra de dinheiro para as seguradoras, nos ramos de danos materiais, pessoas, acidentes pessoais, vida e veículos", diz Petzhold.
Ele explica que, com esta redução no número de acidentes, as seguradoras irão repassar os ganhos em diminuição das tarifas para os clientes, "para que o consumidor que não está no mercado de seguros possa vir buscar essa opção".
A lei
A nova lei, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em junho, determina que o motorista não poderá apresentar nenhum teor de álcool no sangue, caso contrário poderá ser multado em R$ 955 e perder a carteira de habilitação.
Uma pesquisa da Datafolha mostrou que, apesar da polêmica, a Lei Seca tem aprovação da maioria dos paulistanos e cariocas. Segundo o estudo, 86% são a favor da medida, enquanto apenas 11% se disseram contra, e 2% indiferentes.
Foram entrevistadas 1.085 pessoas, sendo que 76% delas afirmaram que costumam beber fora de casa.
Lula sanciona MP que proíbe venda de bebidas alcoólicas nas rodovias

Por: Roberta de Matos Vilas Boas
20/06/08 - 08h52
InfoMoney

SÃO PAULO - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, na última quinta-feira (19), o projeto que transforma em lei a Medida Provisória 415, que proíbe a venda de bebidas alcoólicas nas rodovias federais. A lei 11.705 foi publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (20) e entra em vigor a partir desta data.

Segundo a Agência Brasil, o texto aprovado permite a comercialização em trechos que cortam a cidade e determina, também, que o motorista não poderá apresentar nenhum teor de álcool no sangue, caso contrário poderá ser multado em R$ 955 e perder a carteira de habilitação. Além disso, quem se recusar a fazer o teste do bafômetro também sofrerá as mesmas punições.

Desde fevereiro, quando a MP entrou em vigor, até a última quarta-feira (18), 2.318 estabelecimentos à margem de rodovias foram autuados vendendo bebidas alcoólicas. Além disso, desde janeiro deste ano, até o dia 31 de maio, a Polícia Rodoviária Federal já flagrou 4.199 motoristas dirigindo embriagados.

Transporte de bebidas
O substitutivo do deputado Beto Albuquerque (PSB-RS), que considera infração grave o transporte de bebidas alcoólicas no interior da cabine de passageiros dos veículos também foi aprovado na última quinta-feira (19), pela Comissão de Viação e Transportes.

O texto foi apresentado ao Projeto de Lei 2216/07, que determinava esse transporte como infração gravíssima. Segundo Albuquerque, a punição visa desestimular o uso dessas bebidas pelos motoristas e reduzir o número de acidentes.

Pela proposta, o veículo ficará retido até que o produto seja colocado no porta-malas. No projeto original, o motorista perderia o direito de dirigir por um ano, e os passageiros que tivessem habilitação ficariam impedidos de conduzir por seis meses.
 
Lei Seca pode reduzir valor de seguros em até 20%
 
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