Os Rebeldes ; A banda, que nasceu da novela Rebeldes, é composta por Christopher, Maite, Alfonso, Anahí, Christián e Dulce

A banda, que nasceu da novela Rebeldes,
é composta por
Christopher,
Maite,
Alfonso,
Anahí,
Christián e Dulce

Os ingressos, que custavam de R$ 150 a R$ 500,
para o show do grupo RBD
já estão esgotados na capital paulista

A musa teen mexicana Anahí,
do grupo RBD,
curtiu a boate carioca Baronetti,
em Ipanema,
nesta quinta-feira.

Esta é a segunda vez que o grupo vêm ao Brasil. Eles vão estrear a turnê Empezar Desde Cero - Brasil 2008

A cantora Anahí aproveitou a noite e foi paquerada por um moreno, com quem conversou ao pé do ouvido
O grupo mexicano RBD fará duas apresentações na Via Funchal, em São Paulo, neste final de semana
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Os Rebeldes ; A banda, que nasceu da novela Rebeldes, é composta por Christopher, Maite, Alfonso, Anahí, Christián e Dulce
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Flamengo;Parabéns a sua torcida,videos; da musa do flamengo Robertha Portella,Manto Sagrado tem nova versão , e os gols do mengão
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O hexa é a meta

O hexa é a meta
Rubro-Negro espera quebrar jejum de 16 anos sem Brasileiro
Desde 1992 sem conquistar o Campeonato Brasileiro, o Flamengo tem neste ano uma grande oportunidade de encerrar este jejum no principal campeonato do país. Afinal, o elenco rubro-negro não deve nada aos concorrentes e a tradição do clube foi comprovada no ano passado - na arrancada da zona de rebaixamento rumo à Copa Libertadores.
O fato de o São Paulo ter igualado o Rubro-Negro no número de títulos brasileiros (cinco cada) também aumenta a responsabilidade pelo hexacampeonato na Gávea.
Com um dos melhores goleiros do Brasil, a solidez de Fábio Luciano e Ronaldo Angelim na zaga, a impetuosidade dos laterais Leonardo Moura e Juan, a sobriedade de Ibson no meio-de-campo e a artilharia pesada de Souza, o Flamengo é, sim, um dos favoritos ao título nacional.
Por coincidência, todos estes jogadores citados acima fazem parte da equipe que fez excelente campanha no último Brasileirão, sob o comando de Joel Santana, que deixou de treinar o Flamengo após aceitar o convite para treinar a Seleção da África do Sul, país-sede da Copa de 2010.
Mesmo sem Joel (que será substituído por Caio Júnior), dá para cravar que o entrosamento será uma das principais armas do Flamengo nesta competição tão longa.
Os reforços contratados para este ano, como Diego Tardelli, Kleberson, Jônatas e Marcinho, darão a sustentação necessária ao elenco quando este tiver desfalcado por lesões ou suspensões.
Outra esperança rubro-negra é de que a carreira de Renato Augusto, cria da casa, se solidifique.

Raio-x
Clube de Regatas do Flamengo
Fundação: 17/11/1895
Endereço: Avenida Borges de Medeiros 997, Gávea (RJ) - CEP: 22430-040
Telefone: (21) 2159-0100
Site: www.flamengo.com.br
Estádio: Maracanã
Fornecedor de material esportivo: Nike
Patrocínio: Petrobras
Presidente: Márcio Braga
Principais conquistas:
Mundial de Clubes (1981), Libertadores (1981), Brasileiro (1980, 1982, 1983, 1987, 1992), Rio-São Paulo (1961), Copa do Brasil (1990 e 2006), Copa Mercosul (1999), Copa dos Campeões (2001) e 30 Cariocas, o último em 2008
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Flamengo;Parabéns a sua torcida,videos; da musa do flamengo Robertha Portella,Manto Sagrado tem nova versão , e os gols do mengão
Caso Isabella: madrasta ficará pelo menos 15 dias sem visitas
Ana Carolina Jatoba
Ana Carolina Jatoba

Caso Isabella: madrasta ficará pelo menos 15 dias sem visitas
Anna Carolina Jatobá, ré no processo pelo assassinato de sua enteada Isabella Nardoni, ficará de 15 a 30 dias em regime de observação, sem direito a visitas e em uma cela com beliches de concreto e uma privada no Presídio Feminino de Sant'Anna, na zona norte de São Paulo. Só quem poderá ver Anna serão os seus advogados de defesa, das 9 às 17 horas, e dependerá do número de detentas na mesma situação se ela ficará ou não sozinha na cela.

Para o advogado
criminalista Mário de Oliveira Filho, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), as presas devem receber Anna Carolina sem reações violentas. "Pode haver uma ou outra manifestação, mas nada que a coloque em risco", diz. "Já vi casos tão graves ou piores que esse e as presas foram solidárias entre si."
Passado o período chamado de "inclusão" da presa, ela será levada para a área de convívio, onde passa a dividir cela com um número maior de detentas. Caberá à direção do presídio decidir se ela ficará separada de outras presas para garantir sua segurança. Se for mandada para o "seguro", Anna Carolina ficará em um pavilhão isolado, junto com outras mulheres ameaçadas.

Após o período de inclusão, Anna Carolina poderá trabalhar na faxina, cozinha ou em oficinas da penitenciária. Ela passa também a ter direito a visitas semanais de parentes, aos sábados ou domingos. "O presídio de Sant'Anna sofre do mesmo problema, crônico, de todo o sistema prisional brasileiro: superlotação e falta de um programa de reabilitação", descreve Oliveira Filho. "Muitas vezes, os presos provisórios e os já condenados nem sequer são separados."

Delegacia
Por ter nível superior completo - é formado em Direito -, o marido de Anna Carolina, Alexandre Nardoni, também acusado por homicídio na ação sobre a morte de Isabella, deve ficar preso no 13º Distrito Policial, na Casa Verde, zona norte, até que saia a sentença do caso. Ele poderá receber visitas todas as sextas-feiras, já a partir de amanhã. Visitantes mulheres podem entrar de manhã e homens, à tarde. Alexandre ficará em cela especial, mas que, segundo Oliveira Filho, "nada tem de especial". "É um pátio da delegacia, dividido em celas com beliches de concreto, privada e colchonete, onde os presos passam o dia todo confinados, com direito a uma hora de sol."
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Caso Isabella: madrasta ficará pelo menos 15 dias sem visitas
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Juíz decreta prisão preventiva do casal Nardoni
Juíz decreta prisão preventiva do casal Nardoni
Menina Isabela Nardoni


Justiça aceita denúncia da promotoria e o juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri do Fórum de Santana, decreta prisão preventiva do casal Nardoni. Pai e madrasta de Isabella se tornam réus pela morte da menina.
O promotor Francisco Cembranelli entregou na última terça-feira à Justiça denúncia contra o pai e a madrasta de Isabella, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, e pediu a prisão preventiva do casal. No documento de 12 páginas entregue ao juiz do 2º Tribunal do Júri, Maurício Fossen, o promotor afirma que Anna Carolina esganou Isabella e Alexandre a jogou de uma altura de 20 metros, da janela do 6º andar do edifício na zona norte de São Paulo onde a família morava.
O casal foi denunciado à Justiça por homicídio doloso triplamente qualificado - meio cruel, vítima sem possibilidade de defesa e para garantir a impunidade de delito anterior.
As agressões à menina, afirmou o promotor, começaram após uma discussão acalorada entre o casal. "Há provas contundentes de que houve desentendimento, seguido de agressões a Isabella." A briga teria começado já no carro, onde, segundo Cembranelli, há marcas "irrefutáveis" de sangue.
A prisão preventiva, argumenta Cembranelli, foi pela necessidade "de garantir a ordem pública, severamente abalada" e pelo reprovável "comportamento social dos denunciados".
(informações Agência Estado)
Juíz decreta prisão preventiva do casal Nardoni
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Retrospesctiva do flamengo 2007;O Flamengo teve no ano de 2007 a reafirmação do amor sem limites de sua torcida. canto de amor dos torcedores
O show da torcida do FLAMENGO

O Flamengo teve no ano de 2007 a reafirmação do amor sem limites de sua torcida. Campeão carioca, o time tinha na Libertadores o seu principal objetivo. Porém, fracassou diante do modesto Defensor, do Uruguai. Em vez de vaias, o Maracanã lotado cantou o hino do clube e apoiou os jogadores no dia mais triste da temporada.
No Brasileiro, após início irregular, a superação. Embalado pelo hit vindo da arquibancada "Raça, amor e paixão", com melodia igual ao "Tema da Vitória", o Flamengo relembrou o piloto Ayrton Senna e foi passando por seus adversários até conseguir seu objetivo: votar à Libertadores. O combustível? O amor de sua imensa torcida, que lotou o Maior do Mundo e quebrou todos os recordes de público da edição atual do Brasileiro.
O Mais Querido foi apenas campeão estadual nesta temporada. Mas, para os torcedores, 2007 será sempre lembrado como o ano da retomada do casamento entre o Mais Querido e a maior torcida do Brasil.
JANEIRO
O ano de 2007 começou promissor para os torcedores do Flamengo. O clube novamente disputava uma Libertadores e tinha time para brigar pelo título do Estadual. E os dois únicos jogos da equipe em Janeiro aumentaram a confiança da torcida. Duas vitórias sobre Cabofriense e Americano.
FEVEREIRO
Em fevereiro, veio o primeiro jogo da Libertadores contra o Real Potosí, na Bolívia. Um empate heróico na altitude e o primeiro ponto na competição caíram bem. Uma vitória sobre o Maracaibo, da Venezuela, deixou a equipe na liderança do seu grupo. No carnaval, também chegou a primeira derrota na temporada, e com uma goleada por 4 a 1 para o Madureira, com quatro gols de Marcelo, dispensado pelo Flamengo um ano antes. A derrota quase resultou em eliminação da Taça Guanabara. Mas graças a uma derrota do Botafogo para o Boavista, o Rubro-Negro se classificou para a semifinal contra o Vasco. O jogo contra o rival terminou empatado em 1 a 1 e o Flamengo venceu nos pênaltis. Mas o jogo é lembrado pela contusão de Obina no joelho esquerdo após marcar o gol logo no primeiro minuto. O atacante ficaria de fora dos gramados por quase cinco meses.
MARÇO
O mês de março trouxe a primeira alegria aos rubro-negros. Na final da Taça Guanabara, houve um primeiro susto: derrota por 1 a 0 para o Madureira, no Maracanã. No jogo de volta, no entanto, uma goleada por 4 a 1, com a estrela de Souza brilhando, e a conquista do primeiro turno do Carioca. Classificado para a final do Estadual, o Flamengo deixou de lado o segundo turno para dar preferência à Libertadores.
ABRIL
Em Abril, os torcedores comemoraram a classificação para as oitavas-de-final da Libertadores e o segundo lugar geral na fase de grupos, atrás apenas do Santos. No fim do mês, o primeiro jogo da final do Estadual, contra o Botafogo. Após estar perdendo por 2 a 0, a equipe de Ney Franco conseguiu chegar ao empate. E mais uma vez Souza marcou gol.
MAIO
No começo de maio, uma pancada e um título. Pelas oitavas da Libertadores, o Flamengo perdeu por 3 a 0 para o Defensor, no Uruguai, e se complicou na competição. No domingo seguinte, veio o único título do ano. Os rubro-negros empataram novamente em 2 a 2 com o Botafogo, com gols de Souza e Renato Augusto. Nos pênaltis, brilhou o goleiro Bruno, herói principal do 29º título estadual do Rubro-Negro.
JUNHO
Três dias após ser campeão, o Flamengo voltou a enfrentar o Defensor, desta vez no Maracanã. Precisando vencer por três gols, ganhou apenas por 2 a 0 e foi eliminado da Libertadores. Os torcedores reconheceram a luta da equipe e aplaudiram os jogadores no final do jogo. Com o fechamento do Maracanã para o Pan, o Flamengo teve alguns jogos do Brasileiro adiados e disputou apenas três partidas em junho. Empatou duas e foi goleado na outra (4 a 0 para o Figueirense). Com menos jogos e apresentações irregulares, a equipe de Ney Franco rondou a zona de rebaixamento por várias rodadas e terminou o primeiro semestre em baixa no Brasileiro, com apenas uma vitória.
JULHO
O mês de julho marcou a saída de Ney Franco, que ficou um ano e dois meses à frente do Flamengo. Em seu último mês no comando do Rubro-Negro, o técnico venceu apenas o rebaixado e pior time da competição América de Natal (3 a 1). A demissão de Ney foi decidida após o empate em 2 a 2 com o também rebaixado Corinthians, no Morumbi. O técnico deixou o clube na penúltima colocação do Brasileirão, com 12 pontos em 12 jogos.
AGOSTO
Joel Santana voltou à Gávea dois anos depois de salvar o Rubro-Negro do descenso em 2005. Nos dois primeiros jogos, derrotas para Santos e Atlético Paranaense. Depois do fracasso no Sul, o time voltou a jogar no Maracanã, no dia 11 de agosto, contra o Náutico, depois de quase dois meses longe do Maior do Mundo devido ao Pan do Rio. Neste mês, além da vitória sobre os pernambucanos, mais três triunfos - destaque a vitória por 1 a 0 sobre o Fluminense, com nove homens em campo -, um empate e apenas uma derrota. Os resultados tiraram o Fla da zona de rebaixamento, subindo ao 16º lugar, com 25 pontos. Além de Joel, estrearam os fundamentais Fabio Luciano, Ibson e o voluntarioso Maxi.
SETEMBRO
No mês de setembro, o Flamengo jogou sete vezes, ficando com apenas um jogo a menos do que os outros times (27 contra os 28). Neste mês, o time venceu os mineiros Atlético e Cruzeiro - ambos no Maracanã, por 1 a 0 e 3 a 1, respectivamente. Em setembro, o Fla terminou na décima colocação, com 37 pontos em 27 jogos, já na zona de classificação para a Copa Sul-Americana.
OUTUBRO
Sob os olhares de 68 mil apaixonados, o Flamengo bateu por 1 a 0 o São Paulo, no Maracanã. A vitória sobre o praticamente campeão brasileiro empolgou de vez os rubro-negros. Daí em diante, as vitórias do Flamengo tiveram até trilha sonora, o "Tema da Vitória", lançado na vitória por 1 a 0 sobre o Atlético Mineiro, mas que ganhou força naquele dia. Nos outros jogos de outubro, mais quatro vitórias e apenas uma derrota. Dentre os triunfos, um 2 a 1 sobre o arqui-rival Vasco . Os 2 a 0 sobre o Grêmio, diante de quase 74 mil torcedores, no Maracanã, além da vitória por 1 a 0 sobre o América de Natal, no Machadão tomado por rubro-negros, deixaram o time de Joel na sexta colocação, com 52 pontos, a apenas dois da zona de classificação para a Libertadores.
NOVEMBRO
Em novembro, veio a coroação da Nação Rubro-Negra. Nos dois jogos no Maracanã - contra Santos e Atlético Paranaense -, o time levou públicos superiores a 80 mil pessoas. Contra o Peixe, triunfo por 1 a 0, com um gol de Souza, autor de gols decisivos durante a temporada. Diante do Furacão, uma vitória por 2 a 0 e a conquista da vaga na Libertadores-2008. O sonho impossível foi realizado, e com sobras.
DEZEMBRO
Já classificado para a principal competição da América do Sul, o Fla cumpriu seu último jogo no Brasileirão sem compromisso. Resultado: derrota por 1 a 0 para o Náutico. Mas o time terminou na terceira colocação, com 61 pontos. Na festa do Craque do Brasileirão, Léo Moura e Ibson foram escolhidos o melhor lateral-direito e meia, respectivamente. A torcida do Flamengo, dona da maior média de público pagante (39.221) do campeonato, também foi homenageada no evento. De olho em 2008, clube anuncia as contratações de Jônatas; do zagueiro Rodrigo, ex-São Paulo; do apoiador Marcinho, ex-Atlético Mineiro; e de Gavillan, ex-Internacional e ex-Grêmio.
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Travestis livram Ronaldo de sexo e drogas
Andréia e Carla afirmam que estão arrependidas
Ronaldo se envolveu em polêmica com travestis.
Os travestis Andréia e Carla, que se envolveram em uma polêmica com o atacante Ronaldo, do Milan, estiveram na manhã desta segunda-feira no 16º Distrito Policial, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde prestaram depoimento. Ambos disseram que estão arrependidos pelo caso e afirmaram que não houve sexo e consumo de drogas com o jogador.
O depoimento durou cerca de três horas. Além de mudar a versão apresentada em outrora sobre Ronaldo, os transexuais também falaram ao delegado titular da delegacia, Carlos Augusto Nogueira, que não houve extorsão com Ronaldo.
Ronaldo afirmou que poderia ter sido vítima de extorsão e suborno por parte dos travestis. O jogador também deixou claro que não teve relação sexual com os mesmos e negou o consumo de drogas.
O atacante do Milan ainda vai prestar depoimento na próxima semana, assim como Veida, outro travesti envolvido no escândalo. O delegado Carlos Augusto Nogueira afirmou que não vai dizer qual o dia que o Fenômeno estará na delegacia para não causar tumulto.
Apesar do depoimento dos travestis inocentando Ronaldo de qualquer abuso e consumo de drogas, Nogueira disse que as investigações continuam e que um dos travestis pode ser indiciado.
- É possível que Andréia seja indiciada por extorsão - afirmou o delegado.
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Travestis livram Ronaldo de sexo e drogas
ARERÊ, GALERA DO MENGÃO!

ARERÊ, GALERA DO MENGÃO!
Confesso que ainda estou sem ar por esta conquista. Com uma vitória apenas, derrotamos três adversários. O Foguinho, pelo menos, sai com o status de novo vice do Mengão, tendo o consolo de ser o principal coadjuvante do Mais Querido.
O Vice, coitado, vai perder o apelido. Nem sei mais como vou me referir àquele (e depois falam que eu não sei escrever, que crase linda!) nefasto clube de São Cristóvão.
O Fluzinho, que tirava onda por ser o maior campeão estadual (mesmo que o Carioca de 2002 esteja sub júdice, segundo a federação), vai falar o quê?
Esquecendo dos rivais, lembremos dos nossos heróis. Aliás, uma homenagem especial ao Papai Joel. Meu lindo e querido comandante, na próxima Copa, você será o Rei Zulu, levando a África do Sul à inédita conquista de uma Copa do Mundo. A Fláfrica do Sul já está montada. Você só não pode naturalizar o meu amado Obina, hein?! 
Fábio Luciano, Léo Moura, Juan... Não possa ser injusta! São Bruno, Souza Caveirão! São tantos heróis. Confesso estar emocionada, mas não choro, pois vocês sabem quem são os entedidos em chororô, né Nação? Fui!
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Flamengo os 30 TÍTULOS e os artilheiros e dois super videos

FALAMENGo a maior torcida do mundo
FLAMENGO Tu és time de tradição, raça, amor e paixão, oh meu mengão
,Manto Sagrado tem nova versãonoar_240308_terceiracamisaflamengo_materiarj_06• 1914: O primeiro título carioca do Flamengo tem algumas curiosidades. Pela primeira vez, o clube utilizava o uniforme "cobra-coral" em substituição ao "papagaio de vintém", que, segundo dirigentes e jogadores, dava azar. Se dava ou não, o que interessa é que o Mengão levou o título ao vencer os dois turnos em campeonato que tinha mais seis clubes. Outro detalhe é que o Flamengo não tinha estádio e mandou suas partidas na casa do Botafogo.
Time-base: Baena; Píndaro e Nery; Ângelo, Miguel e Gallo; Arnaldo, Orlando, Borgerth, Riemer e Raul.
Técnico: Alberto Borgerth.
Campanha: 12 partidas, 8 vitórias, 3 empates e 1 derrota. 24 gols pró, 15 contra e 9 de saldo.
Artilheiro: Riemer (9 gols).
• 1915: O Rubro-Negro repetiu o feito do ano anterior ao vencer os dois turnos do Carioca, mas desta vez o fez de forma invicta. Com a mesma base do primeiro título, o Fla superou as boas equipes de América e Fluminense para levar a taça. O Mengão continuou sem estádio até a última rodada, quando inaugurou o campo da Rua Paissandu e fez a festa ao bater o Bangu por 5 a 1. O destaque da campanha mais uma vez foi Riemer, de novo artilheiro da equipe.
Time-base: Baena; Píndaro e Nery; Curiol, Gallo e Sidney Pullen; Orlando, Borgerth, Riemer, Paulo Buarque e Raul.
Técnico: Alberto Borgerth.
Campanha: 12 partidas, 7 vitórias e 5 empates. 35 gols pró, 11 contra e 24 de saldo.
Artilheiro: Riemer (14 gols).
• 1920: Já com a camisa rubro-negra sem as listras em branco, o Flamengo conseguiu mais um título invicto ao vencer os dois turnos. Foi uma conquista especial, já que o Mengão acabava com uma seqüência de três títulos do Fluminense. O nome do time era o inglês Sidney Pullen, que lutara nos campos de batalha durante a I Guerra Mundial e demonstrava a mesma garra dos tempos de soldado em campo, atuando em várias posições.
Time-base: Kuntz; Burgos e Telefone; Rodrigo, Sisson e Dino; Carregal, Candiota, Sidney Pullen, Junqueira e João de Deus.
Técnico: Sidney Pullen.
Campanha: 18 jogos, 13 vitórias e 5 empates. 44 gols pró, 19 contra e 25 de saldo.
Artilheiro: Junqueira (15 gols).
• 1921: Com praticamente o mesmo time de 1920, mas reforçado com os atacantes Nonô e Orlando Torres, o Flamengo conquistou seu título mais dramático até então. O Rubro-Negro e o América somaram mais pontos nos dois turnos e decidiram o título em uma partida extra. Após empate no tempo normal, o Fla levou a melhor com um gol de Candiota aos sete minutos da prorrogação.
Time-base: Kuntz; Burgos e Telefone; Rodrigo, Sidney Pullen e Dino; Galvão, Candiota, Nonô, Junqueira e Orlando Torres.
Técnico: Cândido de Oliveira.
Campanha: 13 jogos, 6 vitórias, 5 empates e 2 derrotas. 35 gols pró, 24 contra e 11 de saldo.
Artilheiro: Nonô (11 gols).
• 1925: O Flamengo mais uma vez foi soberano na conquista do seu quinto título carioca. Com um time formado por sete jogadores da Seleção Brasileira (Batalha, Hélcio, Pennaforte, Japonês, Candiota, Nonô e Moderato), o Mengão disputou o título com o Fluminense, e, apesar de não ter derrotado o rival, somou mais pontos nos dois turnos e faturou mais um troféu.
Time-base: Batalha; Hélcio e Pennaforte; Japonês, Roberto e Mamede; Newton, Candiota, Vadinho, Nonô e Moderato.
Técnico: Sidney Pullen.
Campanha: 18 jogos, 14 vitórias 3 empates e 1 derrota. 61 gols pró, 18 contra e 43 de saldo.
Artilheiro: Nonô (29 gols).
• 1927: Foi o título mais importante até então. Explica-se. A Associação Paulista de Sports Athléticos suspendeu o Paulistano e o Fla cedeu o campo da Rua Paissandu para que o time disputasse amistosos. Como retaliação e apoio político à entidade paulista, a Associação Metropolitana de Esportes Athléticos suspendeu o Rubro-Negro por um ano e, com isso, alguns jogadores deixaram o clube. A punição foi revogada, mas o Fla teve de reconstruir seu time, aliando antigos jogadores e revelações como Flávio Costa. Apesar das dificuldades, como a derrota de 9 a 2 para o Botafogo, o time reagiu e levou a taça ao bater na última rodada o América.
Time-base: Amado; Hermínio e Hélcio; Benevenuto, Seabra e Flávio Costa; Chrystolino, Vadinho, Fragoso, Agenor e Moderato.
Campanha: 18 jogos, 13 vitórias, 2 empates e 3 derrotas; 47 gols pró, 32 contra e 15 de saldo.
Artilheiro: Fragoso (13 gols).
• 1939: Chegava ao fim o maior jejum de títulos do Flamengo (12 anos). Graças à política do presidente José Bastos Padilha de abrir as portas do clube a jogadores negros como Domingos da Guia, Newton Canegal, Médio, Jarbas e Leônidas, o Rubro-Negro finalmente tinha um time mais forte e isso culminou com o título de 1939. Dirigido pela primeira vez pelo técnico Flávio Costa, o Mengão foi campeão com uma rodada de antecedência no que se tornou o primeiro título levantado no estádio da Gávea.
Time-base: Amado; Hermínio e Hélcio; Benevenuto, Seabra e Flávio Costa; Chrystolino, Vadinho, Fragoso, Agenor e Moderato.
Técnico: Juan Bertoni.
Campanha: 18 jogos, 13 vitórias, 2 empates e 3 derrotas; 47 gols pró, 32 contra e 15 de saldo.
Artilheiro: Fragoso (13 gols).
• 1942: Novamente sob o comando de Flávio Costa e com nove jogadores do título de 1939, o Flamengo somou mais pontos nos três turnos e iniciou a jornada rumo ao seu primeiro tricampeonato carioca. Leônidas da Silva havia deixado a Gávea, brigado com dirigentes, mas surgia um novo ídolo: Zizinho. O título foi sacramentado com um empate por 1 a 1 diante do Fluminense, nas Laranjeiras.
Time-base: Jurandir; Domingos da Guia e Newton; Biguá, Volante e Jaime de Almeida; Valido, Zizinho, Pirilo, Nandinho e Vevé.
Técnico: Flávio Costa.
Campanha: 27 jogos, 20 vitórias, 5 empates e 2 derrotas. 87 gols pró, 29 contra e 58 de saldo.
Artilheiro: Pirilo (22 gols).
• 1943: Foi um bicampeonato relativamente tranqüilo para o Flamengo. Sem Valido, que deixou o futebol para cuidar de sua gráfica, mas com praticamente a mesma equipe do ano anterior, o Mengão passeou e só foi derrotado uma vez, de forma surpreendente pelo América. O campeonato marcou ainda a estréia do grande Modesto Bria, que acertou definitivamente o time montado por Flávio Costa.
Time-base: Jurandir; Domingos da Guia e Newton; Biguá, Artigas (Bria) e Jaime de Almeida; Nilo, Zizinho, Pirilo, Perácio e Vevé.
Técnico: Flávio Costa.
Campanha: 18 jogos, 11 vitórias, 6 empates e 1 derrota. 51 gols pró, 18 contra e 33 de saldo.
Artilheiro: Perácio (14 gols).
• 1944: Um ano após ter parado de jogar, Valido pediu ao técnico Flávio Costa o campo da Gávea emprestado para um jogo do time de sua gráfica. A surpreendente boa forma de Valido fez o treinador pedir ao argentino para voltar ao Flamengo. Mesmo relutante, Valido voltou. Com uma alta febre, o argentino se arrastava em campo na final contra o Vasco, mas mesmo assim marcou o gol do tri, numa suada vitória por 1 a 0. Foi um título muito comemorado, já que o Fla havia perdido Domingos da Guia e não contou com Perácio na reta final do campeonato.
Time-base: Jurandir; Newton e Quirino; Biguá, Bria e Jaime de Almeida; Tião, Zizinho, Pirilo, Perácio e Vevé (Jarbas).
Técnico: Flávio Costa.
Campanha: 18 jogos, 13 vitórias, 2 empates e 3 derrotas. 50 gols pró, 18 contra e 32 de saldo.
Artilheiro: Pirilo (13 gols).
• 1953: Depois de um longo jejum (nove anos), o Flamengo voltou a conquistar um título. Desta vez, o comandante foi o paraguaio Fleitas Solich, que substituiu Flávio Costa. Solich teve um início complicado, com derrotas para Fluminense e Botafogo. Mas, aos poucos, o técnico ajustou a equipe, que, comandada por Rubens, Dequinha e Pavão, faturou o título com uma rodada de antecedência ao abrir cinco pontos sobre o Fluminense.
Time-base: Garcia, Marinho e Pavão; Servílio, Dequinha e Jordan; Joel, Rubens, Índio, Benítez e Esquerdinha.
Técnico: Fleitas Solich
Campanha: 27 jogos, 21 vitórias, 4 empates e 2 derrotas. 77 gols pró, 27 contra, 50 de saldo.
Artilheiro: Benítez (22 gols).
• 1954: No bicampeonato de 1954, dois jovens jogadores que se tornariam treinadores vitoriosos se firmaram no time do Flamengo: Evaristo e Zagallo. Novamente o Mengão foi campeão com uma rodada de antecipação no terceiro turno ao derrotar o Vasco por 2 a 1. A emoção foi tão grande que o presidente Gilberto Cardoso e o técnico Fleitas Solich comemoraram o título ficando embaixo do chuveiro aberto com roupa e tudo. A conquista marcaria ainda os primeiros jogos do futuro ídolo Dida.
Time-base: Garcia, Tomires e Pavão; Jadir, Dequinha e Jordan; Joel, Rubens, Índio, Benítez e Zagallo.
Técnico: Fleitas Solich
Campanha: 27 jogos, 20 vitórias, 5 empates e 2 derrotas. 64 gols pró, 25 contra e 39 de saldo.
Artilheiro: Índio (18 gols).
• 1955: O tricampeonato carioca foi conquistado mesmo após algumas turbulências, como a morte de Gilberto Cardoso, os desentendimentos de Fleitas Solich com jogadores e as lesões. Foi o primeiro tricampeonato da Era Maracanã, após três jogos emocionantes contra o América. No último deles, com a presença do Presidente da República Juscelino Kubitschek, Dida brilhou e marcou quatro vezes na goleada por 4 a 1. Foi um desfecho de ouro para um campeonato de longos nove meses.
Time-base: Chamorro, Tomires e Pavão; Jadir, Dequinha e Jordan; Joel, Paulinho, Índio, Evaristo (Dida) e Zagallo.
Técnico: Fleitas Solich
Campanha: 30 jogos, 21 vitórias, 2 empates e 7 derrotas. 87 gols pró, 41 contra e 46 de saldo.
Artilheiro: Paulinho (23 gols).
• 1963: Depois de oito anos sem títulos cariocas, o Flamengo voltou a ser coroado após uma das partidas mais dramáticas da história do Maracanã, contra o Fluminense. Diante de um público de 177.020 pagantes, o maior da história do clássico Fla-Flu, o Rubro-Negro sustentou um empate sem gols com uma atuação histórica do goleiro Marcial. Foi um prêmio não só para o arqueiro, mas também para Joubert, Jordan e Dida, únicos remanescentes do tricampeonato dos anos 50.
Time-base: Marcial; Murilo, Ananias; Luis Carlos e Paulo Henrique; Carlinhos e Nelsinho; Espanhol, Airton, Dida e Oswaldo Ponte Aérea.
Técnico: Flávio Costa.
Campanha: 24 jogos, 17 vitórias, 5 empates e 2 derrotas. 46 gols pró, 17 contra e 29 de saldo.
Artilheiro: Airton (15 gols).
• 1965: Em um Carioca mais enxuto devido a uma medida da Federação Carioca de Futebol, o Flamengo disputou o título palmo a palmo com o Bangu. O Rubro-Negro tinha no ataque formado por Almir e Silva e no meio-de-campo comandado por Nelsinho e Carlinhos suas grandes virtudes. A conquista saiu após uma derrota do time banguense para o Fluminense na última rodada e o Flamengo apenas cumpriu tabela contra o Botafogo já com a faixa no peito. O Fla levava o título no Quarto Centenário do Rio.
Time-base: Valdomiro; Murilo, Ditão; Jaime Valente e Paulo Henrique; Carlinhos e Nelsinho; Paulo Alves, Almir, Silva e Rodrigues.
Técnico: Armando Renganeschi.
Campanha: 14 jogos, 10 vitórias, 2 empates e 2 derrotas. 18 gols pró, 8 contra, 10 de saldo.
Artilheiro: Silva (7 gols).
• 1972: O Carioca daquele ano tinha algumas novidades. Entre elas, o fato de a Taça Guanabara valer o primeiro turno. E deu Flamengo na final contra o Flu por 5 a 2, numa histórica exibição de Caio Cambalhota, autor de três gols. No returno, foi a vez de o Tricolor comemorar. Só que na finalíssima, o Rubro-Negro de Paulo César Caju levou a melhor sobre o Flu de Gérson por 2 a 1, gols de Doval e Caio. O argentino, aliás, comandou a campanha do Mengão, que teve a participação de um certo garoto chamado Zico.
Time-base: Renato; Moreira, Chiquinho, Reyes e Rodrigues Neto; Liminha e Zé Mário; Rogério, Caio, Doval e Paulo César Caju.
Técnico: Zagallo.
Campanha: 27 jogos, 17 vitórias, 7 empates e 3 derrotas. 43 gols pró, 16 contra e 27 de saldo.
Artilheiro: Doval (16 gols).
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